domingo, 26 de fevereiro de 2017

Homicídio no Córrego do Gato Mun. de Padre Paraíso.

Em 26-02-2017 por volta das 16h:20min  fomos informados de um homicídio no córrego do Gato zona rural no município de Padre Paraíso e que a vitima chamava Zé Geraldo.

No local deparamos com um corpo caído já em óbito e um veiculo queimado a guarnição composta pelo SG. Wanderson     os Sds. Woolf e Laender  já estavam preservando o local aguardando a pericia técnica, para dar prosseguimento nas  investigações. 

Na vizinhança ninhem fala sobre o assunto.







ATROPELAMENTO NA BR 116 - KM 186 PRÓXIMO A PADRE PARAÍSO.

Na manhã deste domingo 26-02-2017 um cidadão foi atropelado no KM 186 da BR-116 próximo a Padre Paraíso, o veiculo que causou o atropelamento evadiu do local e o motorista não prestou socorro a vitima.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

NENHUM DIREITO A MENOS



Em seus quase 49 anos de história a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (FETAEMG), lutou e defendeu o homem e a mulher do campo, sendo assim nesta luta pelos direitos do trabalhador rural, a FETAEMG não aceitou o regresso descrito na PEC 287, a Reforma da Previdência.

No dia 14/02/2017 o povo saiu às ruas de Teófilo Otoni e outras 12 cidades com Gerências Regionais do INSS no Estado, mobilizados pela FETAEMG e CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) contra a reforma da Previdência Social.

O manifesto pacífico reuniu cerca de oito mil pessoas de municípios dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. O ato se iniciou próximo à sede do SAMU de Teófilo Otoni e os trabalhadores seguiram em caminhada pelas ruas até a frente do prédio da Previdência Social da cidade. Os manifestantes em sua maioria trabalhadores do campo filiados aos STRs (Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais), pediam o fim do governo Temer e eram contrários a PEC 287.

“Conseguimos mostrar que o Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais está unido e forte para reivindicar e que estamos lutando para garantir a manutenção de nossos direitos, conquistados com muita luta.” Vilson Luiz da Silva, presidente da FETAEMG.

Se o campo não planta, a cidade não janta!

Texto: Ítalo Medina Rodrigues.




terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Entrevista com Janaina Mendonça Chefe Reg. Nordeste IEF

Em 21-02-2017 entrevista com  Janaina  Mendonça Pereira Chefe Regional Nordeste do IEF, na Câmara Municipal de Padre Paraíso a convite do Vereador e Presidente da Câmara Raimundo Dutra com todo secretariado do município etc. 


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

HISTÓRIA DO CARNAVAL EM PADRE PARAÍSO.




Tudo se inicia em 1950. O rádio era o nosso principal veículo de comunicação. A imaginação de nosso povo viajava juntamente ao som do rádio onde se escutava noticiário político, esportivo, novelas, programas de auditórios realizados ao vivo, etc... É neste período, ao som do REPÓRTER ESSO, da Rádio nacional que o nosso povo acompanhou a perca da copa do mundo pela seleção Brasileira em 1950 para o Uruguai, em pleno Maracanã, a volta de Vargas ao poder e a tragédia pessoal desse presidente que finaliza a carreira política com um suicídio em Agosto de 1954. Quatro anos após, a seleção brasileira conquista o campeonato Mundial pela primeira vez, em 1958 na suíça. Pelé aos 17 anos torna-se conhecido mundialmente.

As marchinhas de carnaval entravam suavemente no inconsciente das pessoas, dando-lhes um contorno poético e artístico, permitindo que saísse da alma de todos como um vulcão em erupção , esse prazeroso ritmo de Carnaval que semelhantes as ondulações de nossas montanhas retratava a época a vida social, cultural e romântica de Águas Vermelhas, hoje Padre Paraíso.

Em 1950, os carnavalescos, coordenados pelo mestre Capiano, Duda de Belarmino, Antônio Pereira Duarte (Antônio de Dudu), Moreno, Agenor Sapateiro, Gaudêncio, Cândido Cruteiro, o grande sanfonista Suva, Antônio Pé de Chola, faziam de Água Vermelha (Padre Paraíso) um espaço de alegria e entusiasmo, referendando por aqui a mesma euforia encontrada no espírito brasileiro na década de 50.

Em 1954, constituiu-se com a iniciativa, o mestre Capiano, incluindo novos personagens nesse processo: Olímpio Dentista, Antônio Xó, Anésio sapateiro, José Mascate que chegou a Águas Vermelha (Padre Paraíso) nesta época.

Em 1956 chegou a nossa cidade o carnavalesco Manchinha (Delviro José da Silva), com a sua mulinha, que encantava a todos com o seu estilo irreverente e entusiasta. A Mulinha virou sucesso e não se pode falar hoje da história do Carnaval de Padre Paraíso sem não falar da mulinha do Manchinha. 

Neste ambiente de alegria e de busca de entretenimento, o senhor José Mascate, fundou em nosso meio um espaço dançante denominado de Palmeiras, que se localizava aonde é hoje a Rua Santa Luzia, denominada à época de Pampeiro  que foi o espaço aonde funcionou a primeira zona boêmia da nossa antiga Água Vermelha. 

Os ilustres frequentadores desse ambiente, à época eram: Tó Botelho, Plastim, (o ex goleiro do antigo time de futebol O Rodoviário, chamado por todos de Bode), Zé Pretinho, memorável craque de futebol, que comovia o público futebolista da época com a sua extraordinária habilidade, João Felpudo (Fantástico ponta direita que jogou por muitos anos num outro respeitável time de futebol, o Paraíso Esporte Clube).

Dois times de futebol se destacaram na década de 60 em nosso meio: o Rodoviário que era chamado por todos também de Bode Verde. O time era uma homenagem às inúmeras pessoas que trabalhavam na companhia que construía a Rodovia BR 116 e de pessoas que moravam ou que eram ligadas ao DNER, como Zé Calango e outros. 

Daí o nome Rodoviário. O Técnico desse time à época, era o Sr. Geraldo Zagalo e posteriormente o Sr. Liô do DNER. O Apelido Bode Verde é uma alusão a uma pinga existente à época, muito consumida e degusta pelos jogadores após as partidas de futebol chamada ironicamente também de incha pé.

O outro time denominado de Padre Paraíso Esporte Clube, foi uma alusão e homenagem ao recente município criado que, de Água Vermelha, quando distrito, passa a se chamar Padre Paraíso. Daí o nome Paraíso para designar o time de futebol. Os responsáveis por esse time foram: Zequinha Lopes e Moreno, etc...

Assim, percebe-se que a junção cultural entre o Carnaval e o Futebol que entrou de forma sutil no imaginário da cultura popular brasileira já se fazia presente, também, na alma do povo de nossa amável Água Vermelha que hoje chamamos de Padre Paraíso. Além dos desportistas, não podemos esquecer-nos de Manoel Vieira, grande incentivador e motivador do Carnaval das época, Luciano Bombeiro que chegou a receber homenagem das marchinhas produzidas por artistas locais, Zequinha Lopes, “O Galã”, que mexia com o coração das meninas.

Com o início da abertura da BR 116, nos anos 60, os movimentos de lazer mudaram de local. A antiga zona boêmia que se localizava na rua Santa Luzia, denominada de Pampeiro, passa a funcionar no Bairro João de Lino, Rua Santo Antônio com o nome de Brejo. O Brejo virou referência de lazer para muitos: os peões da companhia, garimpeiros, transeuntes em geral, etc...

A tradição carnavalesca, que se iniciou no antigo Pampeiro nos anos 50, na antiga Água Vermelha e posteriormente Padre Paraíso, tem continuidade nos anos 70 e 80 com a mulinha do Manchinha que ia ao Brejo buscar as mulheres para desfilarem pelas rua de Padre Paraíso encantando e comovendo a muitos. Faz parte deste contexto, foliões como: o saudoso Banana, Antônio Moranga, Antônio Alves, Zi Preto, Osvaldo do Carmo, João de Olinto Dentista, Nega Mecânico, Bertinho do DNER, Antônio Macedo e etc...

É importante ressaltar que este bloco carnavalesco, mesmo de forma inconsciente, tornou um símbolo de resistência contra o preconceito e a exclusão social existente no nosso meio, onde alguns setores conservadores de nossa comunidade, movidos por um falso moralismo, não via nesta iniciativa um valor cultural que representasse parte da nossa história. O preconceito venceu e parte da nossa memória histórica se perdeu. Assim o Bloco da Mulinha do Manchinha deixou de existir e Padre Paraíso fica menos alegre.

Nos anos 80 e 90 os filhos dos antigos carnavalescos Olinto Dentista e Agenor Sapateiro e outros, cria em Padre Paraíso uma escola de samba de nome os Diplomatas do Samba que alegrava de forma bem humilde e entusiasta os padre paraisenses em época de carnaval. Faziam parte desse grupo: Antônio Alves, Milton Alves, o saudoso Sica de Maria de Nélson, Wilson da Copasa, Gílson de Tonico Dias, Kau de Tonico Dias, e o saudoso Toninho de Neri, Luizinho de Ana Rita, Gílson Carioca, Mazinho de Olinto Dentista, Nega de Olinto Dentista, João e Nadinho de Olinto Dentista, Cói de Raul Modesto.

Nos finais dos anos 90 e início do milênio a cultura de massa chega a nosso meio de forma avassaladora como um verdadeiro terremoto, destruindo tudo que tem pela frente: Nossos valores, nossa memória e, sobretudo, nossa identidade. O nosso samba local e as nossa machinhas, são substituídas pelo Axé da Bahia que viram uma verdadeira epidemia cultural. 

As pessoas que possuem um pouco mais de recurso procuram as praias em época de carnaval e, aqueles que não possuem esta condição, são obrigados a ver o carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia pela televisão ou vão até Catuji experimentarem o famigerado Axé Music

Foi contra este quadro dramático de exclusão que recentemente, em 2003, saiu de Padre Paraíso um Bloco carnavalesco com o seguinte tema: “Os ricos vão e os pobres ficam!”. Os principais representantes desse bloco foram: Professor Armando, Zilene, Luizinho, Tiago e Andrea.

Tendo como referência a nossa história carnavalesca, procuramos apresentar de forma bastante simples, este pequeno texto que retrata um pouco daquilo que foi o nosso passado para compreendermos o que somos hoje e o que poderemos ser no futuro. Dependendo sempre daquilo que desejamos construir para o futuro.

Texto: Professor Manoel Viana

Fonte: Antônio Xó, Osvaldo do Carmo, Antônio Alves e Bertinho do DNER.

MARCHINHAS DE CARNAVAL

CARAÍ

Você vai a Caraí?
Vou sim senhor!
Eu também queria ir
É sim senhor!
Mas não tenho condução
Sei sim senhor!
Ali tem um caminhão
Se é de carroceria
Assim eu não vou lá
O carro dá muito bate
Pode até me machucar
Se o chofer me der cabine
Lá, nós dois iremos juntos
E na ladeira do sapo
Trataremos do assunto.

MULINHA

Arranjei uma mulinha 
Prá brincar no carnaval
Ai, ai, ai, ai, ai, ai

As orelhas são de mola
E o rabo de jornal

Ê, ie, ie, ia, ia. ia
Montada na mulinha
Devagar eu chego lá.

O BODE VERDE

O bode verde (bis)
Só toma quem pulmão
Se eu pegar esse pipote (bis)
Eu dou pinote até cair no chão

Quem toma o Bode verde
Chama Lulú de Lelé
Quando eu tomo o bode verde
Eu fico louco quando vejo
Uma mulher

Se eu levar você no brejo eu deixo lá
O menos que acontece é jacaré lhe pegar
Lá tem jacaré de seda que
Finge ter amor
Pega em qualquer anzol
E arrasta o pescador

Eu estou te avisando
Não vai nessa conversa que
Cavalo é Luciano.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Militares Recuperaram Veículo Furtado e Apreenderam Menor Infrator - Padre Paraíso.



Em 17 de Fevereiro de 2017, por volta das 17h00min a Guarnição Policial composta pelo SGT WANDERSON, CB LEONARDO e SD LAENDER foi acionada a comparecer no Bairro João de Lino, onde segundo informações 01 (Um) Veículo automóvel FIAT UNO MILLE COR VERMELHA PLACA OMC4673 - BETIM, acabara de ser furtado.

Durante rastreamentos a Guarnição recebeu informações que na cidade de Catuji havia um menor de idade em um veículo Fiat uno vermelho vendendo Munições de arma de fogo e que o mesmo havia tomado rumo a cidade de Padre Paraíso.

Os militares deslocaram até o KM 201 da BR 116 (Município de Catuji) onde avistaram o adolescente L.G.E, 16 anos de idade ainda de posse do veículo furtado, tendo ele assumido o ato infracional.

As supostas munições que o adolescente estaria comercializando eram ESPOLETAS UTILIZADAS PARA FIXAR PLACA DE GESSO. Durante buscas veicular foram localizados no interior do veículo a quantia de R$900.00 (Novecentos reais) pertencentes a vítima.

Diante os fatos foi dada voz de apreensão ao menor, o veículo foi removido ao pátio credenciado e demais materiais apreendidos para posterior restituição ao seu legítimo proprietário.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

ACIDENTE NO B. BELA VISTA EM PADRE PARAÍSO.


Um veiculo Van que deslocava do B. Bela Vista para o centro da cidade, descendo pela Rua Amazonas perde o freio e na esquina com a Rua Pará cai sobre uma residencia. Uma senhor que ocupava o veiculo foi socorrida e encaminhada ao Hospital local e encontra sob cuidados médicos.