terça-feira, 31 de março de 2015

Reunião Ordinária da Câmara Municipal.


Através do Edital Nº 04/2015 a Câmara Municipal convoca reunião ordinária para o dia 08 de abril de 2015 as 17:00 horas.


segunda-feira, 30 de março de 2015

Escândalo abafado na Prefeitura de Padre Paraiso


'Reportagem  Coruja do Vale do  dia 30 de março de 2015 "

Diante de tantos processos e condenações, tornando inclusive funcionários do alto escalão da Administração da Prefeitura de Padre Paraiso, que impossibilitados por lei de ocupação a cargos públicos, mas que estão ativos e em exercícios. Surge uma pergunta que está sem resposta: “ONDE FICA A CÂMARA MUNICIPAL” nesta particularidade?

Interesse, qual? Conveniência? Inoperância ou Incapacidade?

É público e notório que assim como a Câmara dos Deputados, a câmara municipal é o órgão legislador do município, com várias atribuições no que diz respeito ao patrimônio público, inclusive órgão fiscalizador de todas as secretarias, departamentos e funcionalismo municipal.

Bom lembrar que nem a população, qualquer outra pessoa ou órgão de tal competência corregedora, tem o poder adivinhar fatos ou falcatruas. Mesmo sendo exagerada a notícia ou comentário, a presença ou fato aproximou do assunto real.

As diplomações do (a) prefeito (a) e vice, da Câmara Municipal, normalmente tem o procedimento num fórum, ficando depois o evento das posses a cargo de cada.

Mas no dia 1º de Janeiro, acontece em todo território nacional estas posses, e no segundo dia de sua posse a Prefeita Dulcinéia Duarte de Souza Pinto, agraciou seu cônjuge com o cargo de Secretário Municipal da Saúde, sendo que este estava sob condenação judicial (Art. 267 CPC) impossibilitado de assumir qualquer ocupação municipal, além do Nepotismo.

Além deste contratado, seguem outros condenados que também estavam impossibilitados de assumirem cargos públicos (publicados na reportagem anterior), ainda mais em Secretarias que tramitam atividades financeiras.

OBS: No aguardo da Justificativa da Câmara Municipal de Padre Paraiso por inatividade deste exercício, este informativo estará buscando junto ao Ministério Publico Federal (em Governador Valadares), todos os processos e materiais judiciais para a publicação detalhada (nomes completos e cargos).

Note bem: O D.D. Presidente da Câmara em questão, foi solicitada uma entrevista pelo Coruja do Vale e Lente do Vale para qual sua justificativa era ocupação inadiável, ficando, portanto fazer contato, o que não aconteceu até o presente).


Há segundo comentários aleatórios da população, várias irregularidades supostas, mas já na trilha de informações concretas.

Reporter Metzker 

Carreta pega fogo a 5 KM de Padre Paraíso na BR 116

Em 30-03-2015 por volta das 09h:30 min  a carreta usada no transporte de eucaliptos da Trans São José, dirigida pelo motorista Valdemir França relata que fazendo o trajeto de Teófilo Otoni a Itaobim a 05 KM depois de Padre Paraíso, percebeu fogo na roda dianteira da carreta, parou o veiculo rapidamente e saindo pela porta lateral não dando tempo de fazer nada. A Prefeitura de Padre Paraíso liberou funcionários e um caminhão pipa que ajudou a debelar o incêndio. O  motorista  sofreu pequenas escoriações.


domingo, 29 de março de 2015

Famílias do Norte e Nordeste de Minas serão beneficiadas com recursos de medidas compensatórias

"Reportagem Coruja do Vale do dia 29  março 2015"


Parceria entre o MPMG e o Servas vai levar coberturas a casas de população carente no Norte e Nordeste de Minas.

O Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caoma) e do Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais (Nucam), vai investir recursos de medidas compensatórias aplicadas em sua atuação institucional em um programa social que visa levar água para municípios carentes do Norte e Nordeste de Minas Gerais.

A iniciativa é a primeira de um Termo de Cooperação Técnica (TCT) assinado nesta sexta-feira, 27 de março, entre o MPMG e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) que busca o desenvolvimento conjunto de ações, programas e projetos, além do intercâmbio de dados e de informações técnicas e científicas.
Termo de Cooperação Técnica foi assinado nesta sexta-feira – Foto: Divulgação/MPMG

Os recursos beneficiarão 100 residências que atualmente contam com coberturas precárias. Elas serão equipadas com estruturas de telhados que permitem a captação de água. Essa é uma das exigências para que a residência possa ser inscrita no programa Água para Todos, realizado pelo Governo de Minas com recursos do Governo Federal. A iniciativa prevê a instalação de cisternas naquelas regiões do Estado.

Para o coordenador do Caoma, promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto, ações como essa são importantes também por apresentarem uma atuação menos repressiva e mais provedora do MPMG. “É o início de uma parceria que pretendemos que seja longa. Nos traz uma maior aproximação com a sociedade produzindo resultados eficazes em regiões reconhecidamente carentes”, disse.

A presidente do Servas, Carolina Oliveira, afirmou que projetos consistentes como o realizado em conjunto com o MPMG atestam a credibilidade da nova etapa de administração do órgão e ajudam a atrair outras parcerias. “É muito simbólico começarmos por uma região tão carente. Não queremos substituir a política do estado, mas sim complementá-la aonde ela não conseguiu chegar ainda”, explicou.

Betânia Lemos, vice-presidente do Servas, ressaltou que a população atendida pelo programa é justamente aquela mais vulnerável, sem condições de conseguir uma cobertura estruturada para sua casa.

“Além do telhado, iremos instalar fossas e construir módulos sanitários, algo que a grande maioria também não tem. São requisitos básicos de cidadania, coisas bem básicas da vida, mas que eles não sabem simplesmente porque não têm acesso”, completou Betânia.


Também participaram do ato de assinatura do TCT o procurador-geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt, o presidente da comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público, Jarbas Soares Junior, e a secretária adjunta da Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais, Juliana Pacheco.

Reporter Metzker .

Criança portadora de autismo é estuprada por familiar no Vale do Jequitinhonha

"Reportagem Coruja do Vale do dia 29 março 2015"

Crime acontecia no Povoado de Morais, no município de Padre Paraíso. Homem é procurado pela Polícia.

Um homem de 42 anos foi denunciado na tarde da última quinta-feira, 26 de março, por estuprar uma criança de 7 anos e portadora de autismo. O crime acontecia no Povoado de Morais, no município de Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha.

De acordo com a ocorrência registrada pela Polícia Militar (PM), um membro do Conselho Tutelar e uma psicóloga do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) procuraram o quartel e informaram que estavam monitorando a criança e que há alguns dias ela apresentava sinais de abuso sexual, como dor no ânus, dor no corpo e choro incessante.

Ainda segundo a PM, o homem era o responsável por levar e buscar a criança na APAE de Padre Paraíso. Monitores da instituição informaram aos militares que o suspeito sempre apresentava sinais de embriaguez.

O conselheiro tutelar e a psicóloga se responsabilizaram em levar a criança ao hospital para atendimento com o perito médico. Conforme a ocorrência, o homem possui um outro registro policial, também por estupro de menor. A Polícia Militar realizou rastreamentos com intuito de localizar e prender o suspeito, porém sem êxito até às 5 horas da manhã dessa sexta-feira (27).

 Criança portadora de autismo é estuprada por familiar no Vale do Jequitinhonha
Crime acontecia no Povoado de Morais, no município de Padre Paraíso. Homem é procurado pela Polícia.

Um homem de 42 anos foi denunciado na tarde da última quinta-feira, 26 de março, por estuprar uma criança de 7 anos e portadora de autismo. O crime acontecia no Povoado de Morais, no município de Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha.

De acordo com a ocorrência registrada pela Polícia Militar (PM), um membro do Conselho Tutelar e uma psicóloga do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) procuraram o quartel e informaram que estavam monitorando a criança e que há alguns dias ela apresentava sinais de abuso sexual, como dor no ânus, dor no corpo e choro incessante.

Ainda segundo a PM, o homem era o responsável por levar e buscar a criança na APAE de Padre Paraíso. Monitores da instituição informaram aos militares que o suspeito sempre apresentava sinais de embriaguez.


O conselheiro tutelar e a psicóloga se responsabilizaram em levar a criança ao hospital para atendimento com o perito médico. Conforme a ocorrência, o homem possui um outro registro policial, também por estupro de menor. A Polícia Militar realizou rastreamentos com intuito de localizar e prender o suspeito, porém sem êxito até às 5 horas da manhã dessa sexta-feira (27).

Reporter Metzker .

Deputados suplentes da Mesa Diretora da Câmara têm gastos extras de R$ 5,7 mi por ano

"Reportagem Coruja do Vale do dia 29 março 2015"

Cada um dos quatro suplentes da Mesa Diretora da Câmara tem 11 funcionários à disposição para o exercício da função. Por ano, o valor gasto só com os salários deles chega a R$ 5,7 milhões

Brasília – Secretários substitutos da Mesa Diretora, os suplentes têm uma estrutura milionária para a contratação de funcionários a fim de os ajudarem durante o mandato. Além da verba de R$ 92 mil da cota de exercício parlamentar, o Cotão, que os quatro deputados federais têm para contratar comissionados e custear as despesas dos gabinetes, cada um ainda pode empregar 11 servidores para atender nas suplências. As despesas com os 44 funcionários custam R$ 11,5 milhões nos dois anos de mandato que têm na Mesa.

Na função de substituir os titulares quando necessário, os suplentes podem passar todo o mandato sem contribuir com as decisões da Mesa Diretora. Tudo depende da iniciativa do titular em se ausentar ou participar ativamente das negociações administrativas. A Mesa tem, por atribuição, conduzir os trabalhos legislativos e administrativos da Casa. É um colegiado, integrado por sete deputados eleitos entre os parlamentares da Casa. Esse grupo tem competências específicas, como, por exemplo, promulgar, ao lado da Mesa do Senado, as emendas à Constituição e de propor alterações ao Regimento Interno.

Diferentemente dos gabinetes parlamentares, a estrutura das suplências é fixa. O congressista não recebe uma verba para empregar e manter as despesas, mas sim deve encaixar seus servidores dentro das vagas disponíveis. A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) confessou que chegou a estranhar o tamanho da estrutura oferecida ao assumir o mandato de terceira suplente no início de fevereiro. “Logo no início eu estranhei mesmo, mas a partir do momento em que comecei a participar das reuniões da Mesa e vi a adversidade das matérias, percebi a necessidade e acho que poderia, inclusive, criar uma distribuição das competências das secretarias com as suplências”, considerou.

Erundina afirma que – apesar de ocupar uma cadeira de substituta – participa ativamente dos encontros da Mesa Diretora e coloca sua opinião, mesmo quando não pode contribuir para as decisões devido à presença do titular. “Fui contra o ato que beneficiava as mulheres dos parlamentares com passagens aéreas”, admitiu a deputada. Ela considera também que suplência é uma maneira de oferecer representatividade às minorias na Mesa Diretora. “É uma oportunidade de eles ocuparem a Mesa, que geralmente fica nas mãos só dos grandes partidos”, afirmou.

Se considerar que a legislatura parlamentar é de quatro anos, os gastos com as suplências nos dois mandatos da Mesa durante esse período chega a R$ 23,1 milhões. Por ano, o valor gasto só com os salários nas quatro unidades fica na casa de R$ 5,7 milhões. Isso porque cada gabinete pode contratar três vagas CNE 7 (com vencimento de R$ 16.405,20 cada uma), três comissionados CNE 9 (com remuneração de R$ 11.466 cada um), dois servidores CNE 11 (R$ 7.100,10 cada um) e três CNE 13 (R$ 4.465,13 cada um). Anualmente, cada unidade terá uma despesa com salários e 13º de R$ 1.445.719,47.

Atual quarto suplente da Mesa, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) concorda que o gabinete poderia ser mais enxuto. Ele também afirmou ter ficado “surpreso” com o tamanho da estrutura. “Na verdade, (a suplência) é um cargo de expectativa, que não precisaria realmente de uma grande estrutura. Os funcionários que temos lá acabam atendendo mais às demandas da liderança do partido, do departamento jurídico do PSD. Como suplentes, participamos das reuniões da Mesa Diretora e, vez ou outra, o presidente nos delega alguma missão. Mas realmente é pouco. Eu fiquei surpreso. Nem sabia que havia uma estrutura desse tamanho”, disse à reportagem. Procurados, os demais suplentes, os deputados Mandetta (DEM-MS) e Gilberto Nascimento (PSC-SP), não se manifestaram.

Suplência em números

R$ 23.131.511,32
É o gasto só com a contratação dos 44 servidores nas suplências se considerados os dois mandatos da Mesa Diretora em uma legislatura da Câmara

R$ 11.565.756
Valor que os quatro suplentes gastam se preencherem todas as vagas a que têm direito nas suplências durante o mandato de dois anos na Mesa

R$ 1.445.719,47
É quanto custam os 11 servidores (levando em consideração os 12 salários, acrescido da 13ª remuneração) por ano em cada uma das salas das suplências

Cargos e remunerações

Os suplentes têm direito a três vagas de CNE 7 (com vencimento de R$ 16.405,20 cada uma), três vagas de CNE 9 (com remuneração de R$ 11.466 cada uma), duas de CNE 11 (R$ 7.100,10) e três de CNE 13 (R$ 4.465,13).Deputados suplentes da Mesa Diretora da Câmara têm gastos extras de R$ 5,7 mi por ano

Cada um dos quatro suplentes da Mesa Diretora da Câmara tem 11 funcionários à disposição para o exercício da função. Por ano, o valor gasto só com os salários deles chega a R$ 5,7 milhões

Brasília – Secretários substitutos da Mesa Diretora, os suplentes têm uma estrutura milionária para a contratação de funcionários a fim de os ajudarem durante o mandato. Além da verba de R$ 92 mil da cota de exercício parlamentar, o Cotão, que os quatro deputados federais têm para contratar comissionados e custear as despesas dos gabinetes, cada um ainda pode empregar 11 servidores para atender nas suplências. As despesas com os 44 funcionários custam R$ 11,5 milhões nos dois anos de mandato que têm na Mesa.

Na função de substituir os titulares quando necessário, os suplentes podem passar todo o mandato sem contribuir com as decisões da Mesa Diretora. Tudo depende da iniciativa do titular em se ausentar ou participar ativamente das negociações administrativas. A Mesa tem, por atribuição, conduzir os trabalhos legislativos e administrativos da Casa. É um colegiado, integrado por sete deputados eleitos entre os parlamentares da Casa. Esse grupo tem competências específicas, como, por exemplo, promulgar, ao lado da Mesa do Senado, as emendas à Constituição e de propor alterações ao Regimento Interno.

Diferentemente dos gabinetes parlamentares, a estrutura das suplências é fixa. O congressista não recebe uma verba para empregar e manter as despesas, mas sim deve encaixar seus servidores dentro das vagas disponíveis. A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) confessou que chegou a estranhar o tamanho da estrutura oferecida ao assumir o mandato de terceira suplente no início de fevereiro. “Logo no início eu estranhei mesmo, mas a partir do momento em que comecei a participar das reuniões da Mesa e vi a adversidade das matérias, percebi a necessidade e acho que poderia, inclusive, criar uma distribuição das competências das secretarias com as suplências”, considerou.

Erundina afirma que – apesar de ocupar uma cadeira de substituta – participa ativamente dos encontros da Mesa Diretora e coloca sua opinião, mesmo quando não pode contribuir para as decisões devido à presença do titular. “Fui contra o ato que beneficiava as mulheres dos parlamentares com passagens aéreas”, admitiu a deputada. Ela considera também que suplência é uma maneira de oferecer representatividade às minorias na Mesa Diretora. “É uma oportunidade de eles ocuparem a Mesa, que geralmente fica nas mãos só dos grandes partidos”, afirmou.

Se considerar que a legislatura parlamentar é de quatro anos, os gastos com as suplências nos dois mandatos da Mesa durante esse período chega a R$ 23,1 milhões. Por ano, o valor gasto só com os salários nas quatro unidades fica na casa de R$ 5,7 milhões. Isso porque cada gabinete pode contratar três vagas CNE 7 (com vencimento de R$ 16.405,20 cada uma), três comissionados CNE 9 (com remuneração de R$ 11.466 cada um), dois servidores CNE 11 (R$ 7.100,10 cada um) e três CNE 13 (R$ 4.465,13 cada um). Anualmente, cada unidade terá uma despesa com salários e 13º de R$ 1.445.719,47.

Atual quarto suplente da Mesa, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) concorda que o gabinete poderia ser mais enxuto. Ele também afirmou ter ficado “surpreso” com o tamanho da estrutura. “Na verdade, (a suplência) é um cargo de expectativa, que não precisaria realmente de uma grande estrutura. Os funcionários que temos lá acabam atendendo mais às demandas da liderança do partido, do departamento jurídico do PSD. Como suplentes, participamos das reuniões da Mesa Diretora e, vez ou outra, o presidente nos delega alguma missão. Mas realmente é pouco. Eu fiquei surpreso. Nem sabia que havia uma estrutura desse tamanho”, disse à reportagem. Procurados, os demais suplentes, os deputados Mandetta (DEM-MS) e Gilberto Nascimento (PSC-SP), não se manifestaram.

Suplência em números

R$ 23.131.511,32
É o gasto só com a contratação dos 44 servidores nas suplências se considerados os dois mandatos da Mesa Diretora em uma legislatura da Câmara

R$ 11.565.756
Valor que os quatro suplentes gastam se preencherem todas as vagas a que têm direito nas suplências durante o mandato de dois anos na Mesa

R$ 1.445.719,47
É quanto custam os 11 servidores (levando em consideração os 12 salários, acrescido da 13ª remuneração) por ano em cada uma das salas das suplências

Cargos e remunerações
Os suplentes têm direito a três vagas de CNE 7 (com vencimento de R$ 16.405,20 cada uma), três vagas de CNE 9 (com remuneração de R$ 11.466 cada uma), duas de CNE 11 (R$ 7.100,10) e três de CNE 13 (R$ 4.465,13).

Reporter  Metzker..

IMPÉRIO É O REGIME DA ADMINISTRAÇÃO DE PADRE PARAISO

"Reportagem  Coruja do Vale  do dia 28 março de 2015"


Padre Paraiso situada no Vale do Mucuri divisando com o Vale do Jequitinhonha, cortada de norte a sul pela BR116, dista da Capital mineira 545 km (direção Governador Valadares), vive uma administração com regime de Império Faraônico.

Tantas irregularidades expostas com documentações comprobatórias, denunciadas e captadas por Advogados e líderes de Partidos, que tornou uma indignação generalizada na população.

A maioria da Câmara Municipal pertence ao grupo Politico da Chefa do Executivo, portanto torna-se omissa a atos e providências corretivas ou de acato e obediência às leis do território nacional. 

Como no caso principal do Nepotismo ao qual está publicada anexa a esta noticia o primeiro decreto de nomeação ao Cargo de Secretário Municipal de Saúde o Senhor cônjuge.

Estão sendo formados grupos de políticos e partidos, para constituírem comissões de providências juntos aos Órgãos de Competência Judiciária.

O fato escandaloso está encadeando uma manifestação pública, que provavelmente tornará uma paralização populacional, já que a Câmara Municipal não manifesta o repúdio ou providências para a legalidade.

Solicitações e representações já foram encaminhadas ao Ministério Público de Araçuaí, mas a população pretende junto à imprensa levar à Ouvidoria Pública Federal dos órgãos nacionais.

As suspeitas e comprovações são várias de irregularidades em pratica no município, o que está conduzindo as denúncias com suporte advocatício da localidade, já com aberturas de portas e entrada em gabinetes de “Procuradores” Geral e Desembargadores da capital mineira.

Sigam as notícias da continuação deste infortúnio do município, observem os decretos assinados com suas respectivas datas, abaixo deste artigo.

NB: Outras irregularidades supostas e suspeitas estão sendo investigadas com ajuntamento dos documentos de comprovação para dar andamento às providências cabíveis.


A reunião acima citada de partidos e políticos aconteceu às 19h30m, na Casa Paroquial da Cidade, os partidos presentes foram: PT-DEM-PV-PC do B-PROS-PSC-PPS-PTN-PHS-PRB-PSB, o tema principal, restauração da moralidade administrativa da cidade, com providências suscetíveis ao “impeachment” municipal. Esta reunião foi presidida pelo Assistente Social Sr. Ernane Silva (PC do B e membro da diretoria FECAJE).





Obs: Todos estes nomeados com processos na JUSTIÇA

FOTO ABAIXO DA REUNIÃO DOS PARTIDOS (acima pronunciada)



Reporter Mezker.

sábado, 28 de março de 2015

NEPOTISMO NA PREFEITURA DE PADRE PARAISO


"Reportagem Coruja do Vale do dia 28 março 2015'

Segundo Vereadores e populares de Padre Paraíso, cidade do Vale do Jequitinhonha situada às margens da BR116, a administração da cidade está sob uma administração nepotista, sendo que o secretário de Saúde é o cônjuge da chefa do executivo.
O STF (Supremo Tribunal Federal) proíbe por lei, contratação e ocupação de cargos nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal), que configuram o nepotismo tratando  de parentesco até o 3º grau. A súmula é clara e bem explícita, sobre o artigo e emendas.
Portanto toda e qualquer contratação e ocupação dentro do âmbito familiar, fica vetado pela constituiçãoi.
A equipe de comunicação “Coruja do Vale e Lente do Vale, esteve na Câmara Municipal dia 26 de março às 8:30h, solicitando ao Presidente da Câmara Municipal uma entrevista, o qual justificou por direito, seu estado de ocupação com a justificativa que faria contato com um dos Comunicadores,  para marcar a entrevista solicitada, o que ate então não houve,  até o presente.
O fato do não acontecimento e o tempo passado por dois dias completos, no intermediário das horas de expediente de 48 horas, a equipe tomou a iniciativa então de buscar informações de Edis, já que estes estão incluso na casa legisladora.
O levantamento dos fatos está em andamento, tendo como prioridade as irregularidades em supostas ações.
Além da comprovação do Nepotismo suposto, está em evidência a pauta de reclamações de vereadores no descaso de respostas do Gabinete Administrativo às solicitações “de Vereadores” na  apresentação de documentos de projetos executados e em andamento.
Grupos de Imprensa Nacional e Regional estão de prontidão para atuarem em publicações e denuncias, caso haja irregularidades comprovadas e documentadas.


Na próxima reportagem, será publicado o afastamento do Vice-Prefeito, com justificativas e motivações do desligamento da presença deste no sistema administrativo, já que o parlamentar esteve em exercício da dinâmica técnica do município.

Reporter Metzker.

Acidente na BR-116 entre Itambacuri e Teófilo Otoni.

"Reportagem Coruja do Vale  do dia 28 de março 2015.


Duas pessoas ficaram feridas em um acidente na manhã desta sexta-feira, 27 de março, na BR-116, entre Itambacuri e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo Honda Civic, placas HBW-9185, de Teófilo Otoni (MG), saiu da pista e capotou em uma curva próximo da comunidade da Jaqueira.

Com o impacto do acidente, Gustavo de Almeida Oliveira ficou gravemente ferido e foi socorrido a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde permaneceu internado. Já o outro ocupante do veículo, Ivan Alves Pacheco sofreu apenas ferimentos leves e passa bem.
Duas pessoas ficam feridas em acidente próximo a Teófilo Otoni
Veículo saiu da pista em uma curva e capotou. Um dos ocupantes foi encaminhado para a UPA em estado grave.

Reporter Mezker .

sexta-feira, 27 de março de 2015

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG vira boca de fumo

"Reportagem Coruja do Vale do dia  27 de março de 2015."


Venda e consumo de cocaína, maconha, LSD e outras drogas ocorrem livremente no Diretório Acadêmico da (Fafich) da instituição, sem qualquer repressão

Enquanto alunos assistem atentos às aulas em salas um tanto vazias, a 10 metros, nos corredores, jovens sem qualquer relação com a instituição de ensino consomem e vendem maconha, cocaína, LSD e loló em pleno Diretório Acadêmico, que deveria dar suporte aos estudantes, mas se tornou boca de fumo. O tráfico e o uso de drogas no câmpus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Pampulha, tomou conta de vários espaços e se instalou de forma acintosa e aberta dentro do DA da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich). O local está completamente degradado, com pichações alusivas a entorpecentes e gangues disputando espaços nas paredes e móveis. Uma fila de alunos, com cadernos debaixo do braço e mochilas nas costas, conta dinheiro para consumir as drogas entregues a ele sem qualquer constrangimento.

A reportagem do Estado de Minas e da TV Alterosa passou a noite de ontem nas dependências da Fafich e testemunhou a compra, a venda e o consumo de drogas em vários locais. Logo que se chega aos corredores do terceiro andar, onde funciona o DA, o volume alto das músicas de funk dão indício de que uma festa está ocorrendo por perto. À distância, a imagem do sala onde funciona o DA causa impacto, por causa das paredes e vidros pichados algumas vidraças quebradas e iluminação em meia luz. O cheiro característico de maconha domina o ambiente. Sentados recostados às muretas dos corredores e em grupinhos fechados, jovens de bonés negociam buchas de maconha e consomem a droga em cigarros que rodam de mão em mão. Tudo isso entre o vaivém de estudantes, professores e funcionários, que apesar de aparentar ciência do que está acontecendo, desviam seus olhares e até o trajeto.

Para entrar na sala do DA, é preciso atravessar um corredor estreito e escuro que lembra uma boca de fumo. Os jovens que vendem e consomem drogas entram e saem o tempo todo, como se estivessem apressados. Para entrar na sala, a reportagem, sem se identificar, seguiu com um casal de alunos que ainda carregavam cadernos e livros. O rapaz de blusa xadrez e calça jeans parecia ser amigo da jovem que vestia short e blusa xadrez. Os dois aparentavam ter menos de 20 anos e chegaram como se já conhecessem todo o esquema. O estudante foi quem pediu a droga a um dos traficantes, magro e negro, de boné. “Quero maconha”, disse, simplesmente. O casal então foi levado até o fornecedor que tinha a droga, um adolescente negro, gordo, de chinelos e short, que estava encostado em uma mesa. O traficante abriu uma sacolinha e expôs a erva solta, tirou com a mão um punhado e passou para o estudante. Imediatamente, o aluno dispôs a maconha num papel próprio e enrolou um cigarro, enquanto deixava o espaço. Depois, os dois foram vistos acendendo o cigarro.

Som alto


As negociações precisam ser feitas em voz alta devido ao volume alto do funk que toca e embala coreografias e cantorias do jovens do DA. Eles ainda se dividem entre partidas de baralho, em mesas pichadas e sinuca. Todas as paredes de dentro estão rabiscadas e sujas. O mesmo rapaz que levou o casal ao traficante, ofereceu maconha para a reportagem. Quando lhe foi pedido cocaína, ele disse que não tinha e pediu para um rapaz de camisa branca e boné, que estava num computador acessando uma rede social que atendesse a clientela. “O você quer?”, perguntou. Indagado se tinha cocaína, ele enfiou a mão na bolsa da calça jeans e tirou uma caixa de fósforo cheia de pinos de plástico com pó branco. “São R$ 30 o pino”, respondeu.

Até da porta do banheiro feminino que serve ao corredor da faculdade, o tráfico de drogas tomou conta. Uma dupla de estudantes, aparentemente entorpecidos, com os olhos vermelhos e fala arrastada, ofereceu LSD, que chamam de doce. A droga estava embalada num pedaço de papel alumínio que ele tinha na mão. Cada quadradinho custa R$ 25. Em meio às negociações, um deles coloca o LSD na boca e guarda a droga na capa do celular. Em tom de brincadeira, diz que vai voltar para casa drogado. “Vou chegar em casa e minha mãe vai me perguntar por que estou assim: rindo atoa”. E emenda: “Se precisar de alguma coisa (droga), é só me procurar. Fico sempre por aqui”


Do lado de fora, parte desses jovens envolvidos com o consumo e venda de entorpecentes frequenta uma festa perto do estacionamento da Fafich. Lá também são vendidas drogas por pessoas que não são estudantes. Cerveja, catuaba, vodca e outras bebidas são consumidas freneticamente ao som de música eletrônica. Adolescentes bebiam e fumavam maconha sem qualquer medo de repressão dos seguranças que passavam à distância. Até a turma que roda de bicicleta pela noite, percorrendo as trilhas da universidade, tem medo desse movimento. “Agora,vamos entrar na área da festa ‘Na Tora’. Cuidado, viu, gente?”, advertiu o líder do pelotão de ciclistas.


Reporter Metzker.

Furto no Embarque e Desembarque de Passageiros em Padre Paraíso.


 D. Ilda Texeira dos Santos, aposentada. 80 anos, residente no povoado do Encachuerado zona rural de Padre Paraíso, foi furtada em 26-03-15 as 15h:00 mim. quando embarcava para BH a fim de efetuar tratamento de saúde. O marginal surrupiou da vitima aproximadamente( CR$ 700,00 seticentos reais), quando de forma brusca arrancou-lhe a bolsa contendo o dinheiro e varios documentos. fugindo tomando destino iguinorado.Polícia Militar foi acionada, ningem foi preso.

Morre o Perigote das Mulheres

"Reportagem Coruja do Vale do dia 26 de março 2015"


 Na manhã desta quinta-feira, 26, o humor perdeu um de seus grandes mestres. Jorge Loredo, que interpretava Zé Bonitinho, morreu de falência de múltipla dos órgãos no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Com seu pente enorme, sempre ajeitando a cabeleira, os óculos escuros e o terno sempre na estica, Zé Bonitinho ficou conhecido como o perigote das mulheres, o rei arte da sedução.

O galã irresistível, malandro e sedutor nasceu no final da década de 50 inspirado em um amigo de Loredo e estreou na televisão em 1960 no programa 'Noites cariocas', exibido pela extinta TV Rio, com os primeiros textos roteirizados por Chico Anysio. Em 2010, o personagem completou 50 anos e continuava na TV, no humorístico 'A praça é nossa', do SBT/Alterosa. Zé Bonitinho eternizou bordões, que repetia com a voz de um conquistador: ''Câmera, close; microfone, please'', ''Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!'', ou ''Eu não sou chuveiro, mas deixo as mulheres molhadas''.

Zé Bonitinho também esteve nas telonas. Nos anos 70, foi inspiração para o diretor Rogério Sganzerla em duas ocasiões. Primeiro no filme-grito 'Sem essa, Aranha', de 1970, em que o personagem é um malandro. E em 'Abismu', de 1977, onde empresta seu personagem e descontrói seu discurso e seu humor diante de um olhar confidente.

Em 2011 Loredo dividiu cena com Selton Mello no filme 'O Palhaço', em que interpretava um gerente de loja de eletrodomésticos que ajuda o personagem de Selton a redescobrir a fé na profissão.

Em 'A praça é nossa', com Manoel de Nóbrega, Loredo se apresentava como um mendigo que ficou célebre com o bordão 'Como vai, meu colega?'. O personagem usava fraque e cartola, bem esfarrapados, monóculo e luvas.  Criou outros tipos: um italiano que não podia ver televisão porque queria quebrá-la; o profeta Saravabatana, que andava com uma cobra que dava consultas a mulheres; e o professor de português que tinha a voz do Ary Barroso.

Reporter  Metzker.

Toffoli vota pelo adiamento da demissão dos servidores afetados pela Lei 100 em Minas

"Reportagem Coruja do Vale do dia 26 de março 2915"


A decisão final sobre a questão só será conhecida após a Semana Santa, devido ao pedido de vista do processo feito pela ministra Cármen Lúcia

A situação dos afetados pela inconstitucionalidade da Lei 100 terão que viver com outra dúvida. Na sessão desta quinta-feira, o relator da ação, ministro Dias Toffoli, se posicionou favoravelmente ao recurso do governo de Minas que pediu o adiamento da entrada em vigor da decisão que determinou a saída dos servidores. Toffoli foi o único a declarar seu voto na sessão de hoje. Isso porque a ministra Cármen Lúcia pediu vistas do processo. O julgamento agora só deve ser retomado após a Semana Santa.

A dúvida agora é se apenas com o voto do relator será possível adiar até dezembro a entrada em vigor da decisão tomada no ano passado e que estebeleceu a data de 1º de abril para a saída de quem não prestou concurso para o cargo que ocupa. Procurada, a assessoria do governo de Minas afirmou que não tinha uma posição sobre o assunto, já que não havia sido informada oficialmente.

Na decisão do ano passado, os ministros entenderam que em relação aos cargos em que não haja concurso realizado ou em andamento, fica estabelecido o prazo de 12 meses, a partir da publicação da ata, para a realização de novo recrutamento para as vagas. Na situação em que já existia processo realizado o chamamento deveria ocorrer imediatamente, bem como a substituição do servidor pelo concursado.


Na última terça-feira, os professores que serão afetados pela inconstitucionalidade da Lei 100 protestaram na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Almg). Com faixas e cartazes, cerca de 350 pessoas manifestaram em frente ao Legislativo estadual e também lotaram as galerias do plenário para pressionar os deputados. A intenção é forçar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que efetiva os servidores. A medida está em tramitação na Casa.

Reporter Metzker.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Três municípios querem se desligar da Copasa e assumir abastecimento de água

"Reportagem Coruja do Vale do dia 25 de  março 2015"




Montes Claros, Pará de Minas e Santa Luzia reúnem queixas de falta de investimentos em fornecimento de água e baixo tratamento do esgoto.

Enquanto a Copasa finaliza as medidas de restrição ao consumo de água nos municípios afetados pela crise de abastecimento, como sobretaxa, rodízio e racionamento, três grandes cidades querem se desligar da empresa e assumir o fornecimento de recursos hídricos e tratamento de esgoto. No total, Montes Claros, no Norte do estado, Pará de Minas, no Centro-Oeste, e Santa Luzia, na região metropolitana, reúnem quase 700 mil habitantes, com muitas queixas de falta de investimentos em fornecimento de água e baixo tratamento do esgoto.

A Copasa afirma que os contratos preparados pelos municípios determinam a utilização da estrutura montada pela empresa sem qualquer compensação, o que será levado à Justiça e pode inviabilizar as contratações. E ainda exigir que as companhias que vencerem as licitações tenham de fazer contratos com a Copasa para operar suas redes de adutoras, estações e esgotamento.

O caso que mais chama a atenção é o de Pará de Minas, onde vários bairros já enfrentara falhas de fornecimento que duraram até oito dias seguidos este ano. Segurando baldes ou empurrando carrinhos de mão carregados de recipientes vazios, parte da população dos bairros mais altos precisa enfrentar filas para receber água de caminhões-pipa. A situação já levou as pessoas a fechar ruas em protesto, chegando até a depredar a unidade da Copasa.

Segundo a prefeitura, um contrato de parceria-público-privada (PPP) já foi assinado entre a administração municipal e a empresa Águas de Pará de Minas S/A, com duração de 35 anos e valor de R$ 230 milhões. Entre as obrigações da empresa estão a construção de nova captação no Rio Paraopeba, com extensão de 28 quilômetros para sanar a falta de água nos sistemas antigos dos ribeirões dos Paiva e Paciência.

A Copasa não se pronunciou sobre o assunto, mas em mensagem endereçada aos seus acionistas, informou que recorrerá à Justiça para não ter prejuízos com o uso de seus ativos na cidade. A prefeitura alega que já existe decisão no Superior Tribunal de Justiça em favor da municipalização dessas estruturas.

Em Montes Claros, um edital para a concessão foi preparado no fim do ano passado e a licitação deverá ser aberta nos próximos dias. Entre as reclamações da prefeitura que levarão à não renovação com a Copasa e a considerar ilegal o contrato firmado em 1998 com a companhia estão o baixo índice de tratamento de esgoto, em cerca de 70%, e a falta de acesso a água potável a 30 mil moradores no município. A prefeitura reclama ainda da qualidade da água fornecida pela companhia, que tem alto teor de calcário e, por isso, um gosto forte e desagradável em alguns locais. Com o contrato, a PPP garantiria universalização do abastecimento e do tratamento de esgotos e investimentos de R$ 400 milhões.

O tratamento de esgoto, que atualmente atende a 40% da população, representa a principal reclamação da Prefeitura de Santa Luzia contra os serviços da Copasa. No início deste ano, a administração municipal preparou um plano municipal de saneamento que, de acordo com o secretário de Meio Ambiente, Deusdedith Aguiar, deverá servir de base para um edital de contratação dos serviços de água e esgoto.

“O primeiro objetivo é conseguir tratar 90% dos esgotos até 2019. Será uma contribuição importante para a melhoria da qualidade do Rio das Velhas, que recebem nossos esgotos e os da Grande BH”, destaca. O edital está sob análise jurídica, mas deverá ser aberto ao mercado nos próximos dias, na modalidade de PPP.Três municípios querem se desligar da Copasa e assumir abastecimento de água

Montes Claros, Pará de Minas e Santa Luzia reúnem queixas de falta de investimentos em fornecimento de água e baixo tratamento do esgoto

Enquanto a Copasa finaliza as medidas de restrição ao consumo de água nos municípios afetados pela crise de abastecimento, como sobretaxa, rodízio e racionamento, três grandes cidades querem se desligar da empresa e assumir o fornecimento de recursos hídricos e tratamento de esgoto. No total, Montes Claros, no Norte do estado, Pará de Minas, no Centro-Oeste, e Santa Luzia, na região metropolitana, reúnem quase 700 mil habitantes, com muitas queixas de falta de investimentos em fornecimento de água e baixo tratamento do esgoto.

A Copasa afirma que os contratos preparados pelos municípios determinam a utilização da estrutura montada pela empresa sem qualquer compensação, o que será levado à Justiça e pode inviabilizar as contratações. E ainda exigir que as companhias que vencerem as licitações tenham de fazer contratos com a Copasa para operar suas redes de adutoras, estações e esgotamento.

O caso que mais chama a atenção é o de Pará de Minas, onde vários bairros já enfrentara falhas de fornecimento que duraram até oito dias seguidos este ano. Segurando baldes ou empurrando carrinhos de mão carregados de recipientes vazios, parte da população dos bairros mais altos precisa enfrentar filas para receber água de caminhões-pipa. A situação já levou as pessoas a fechar ruas em protesto, chegando até a depredar a unidade da Copasa.

Segundo a prefeitura, um contrato de parceria-público-privada (PPP) já foi assinado entre a administração municipal e a empresa Águas de Pará de Minas S/A, com duração de 35 anos e valor de R$ 230 milhões. Entre as obrigações da empresa estão a construção de nova captação no Rio Paraopeba, com extensão de 28 quilômetros para sanar a falta de água nos sistemas antigos dos ribeirões dos Paiva e Paciência.

A Copasa não se pronunciou sobre o assunto, mas em mensagem endereçada aos seus acionistas, informou que recorrerá à Justiça para não ter prejuízos com o uso de seus ativos na cidade. A prefeitura alega que já existe decisão no Superior Tribunal de Justiça em favor da municipalização dessas estruturas.

Em Montes Claros, um edital para a concessão foi preparado no fim do ano passado e a licitação deverá ser aberta nos próximos dias. Entre as reclamações da prefeitura que levarão à não renovação com a Copasa e a considerar ilegal o contrato firmado em 1998 com a companhia estão o baixo índice de tratamento de esgoto, em cerca de 70%, e a falta de acesso a água potável a 30 mil moradores no município. A prefeitura reclama ainda da qualidade da água fornecida pela companhia, que tem alto teor de calcário e, por isso, um gosto forte e desagradável em alguns locais. Com o contrato, a PPP garantiria universalização do abastecimento e do tratamento de esgotos e investimentos de R$ 400 milhões.

O tratamento de esgoto, que atualmente atende a 40% da população, representa a principal reclamação da Prefeitura de Santa Luzia contra os serviços da Copasa. No início deste ano, a administração municipal preparou um plano municipal de saneamento que, de acordo com o secretário de Meio Ambiente, Deusdedith Aguiar, deverá servir de base para um edital de contratação dos serviços de água e esgoto.


“O primeiro objetivo é conseguir tratar 90% dos esgotos até 2019. Será uma contribuição importante para a melhoria da qualidade do Rio das Velhas, que recebem nossos esgotos e os da Grande BH”, destaca. O edital está sob análise jurídica, mas deverá ser aberto ao mercado nos próximos dias, na modalidade de PPP.

Reorter  Metzker.

Show do Kiss muda de local e passa para o Mineirinho

"Reportagem Coruja do Vale do dia 25 de março 2015"


O show da banda norte-americana Kiss em Belo Horizonte mudou de local. A apresentação, que seria realizada no Estádio Independência, passa agora para o Mineirinho. A data e horário do evento continuam as mesmas.

De acordo com a organização do show, a mudança aconteceu por conta de "contratempos em relação à logística e à incompatibilidade com a grade dos campeonatos de futebol em andamento". À princípio, o Independência receberia o jogo Atlético e Colo Colo, no dia 22 de abril, um dia antes da apresentação. Apesar de a partida ter sido mudada para o Mineirão, a organização precisa de ter o estádio disponível por dez dias para a montagem e desmontagem dos equipamentos e, por conta de outros jogos, o local se tornou inviável.

A banda Kiss se apresenta em Belo Horizonte no dia 23 de abril, uma quinta-feira, às 19h. Os ingressos custam de R$100 a R$600.

Kiss 40 anos
Data: 23 de abril (quinta-feira)
Horário do show: 19h
Local: Mineirinho - Estádio Jornalista Felipe Drummond. Av. Antônio Abrahão Caram, 1000, bairro São Luis - BH/MG
Classificação etária: 16 anos (menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Ingressos:
Cadeira superior/Arquibancada: 1° Lote: R$ 200 (inteira) / R$ 100 (meia)
Cadeiras especiais/Cadeira e pista: 1° Lote: R$300 (inteira) / R$150 (meia)
Pista: 1º lote: R$400 (inteira) / R$200 (meia)
Pista Premium: 1º lote: R$600 (inteira) / R$300 (meia)

Obs: Todos os portões/setores são acessíveis para Portadores de Necessidades Especiais (PNE)

Reporter Metzker.

Vereadores de Ipatinga levantam suspeitas com cursos de capacitação em cidades turísticas

"Reportagem Coruja do Vale do dia 25 de março de 2015.



Câmara de Ipatinga, no Vale do Aço, gastou cerca de R$ 400 mil no ano passado para custear viagens de 14 parlamentares que foram fazer cursos de capacitação em cidades turísticas.

Todas as cidades onde os vereadores foram se capacitar têm forte apelo turístico: Fortaleza e Natal, no Nordeste, com suas belas praias, e Foz do Iguaçu, no Sul do país, com as cataratas que encantam visitantes do mundo inteiro.

Se os cursos de capacitação forem garantia de um Legislativo atuante, a população de Ipatinga, no Vale do Aço, não tem do que reclamar. Somente no ano passado, 14 dos 19 vereadores participaram de pelo menos quatro cursos dessa espécie em locais paradisíacos como Maceió (AL), Natal (RN), Foz do Iguaçu (PR) e Aracaju (SE), entre outros. E tamanha foi a dedicação dos parlamentares que alguns deles optaram por passar até mesmo o período do Natal e do réveillon – de 25 a 31 de dezembro – dentro da sala de aula. Nesse caso, o local foi Fortaleza, um dos mais belos cartões-postais do país. Tudo isso, no entanto, teve um custo alto para os contribuintes. Somente entre março a dezembro, os representantes do Legislativo municipal consumiram cerca de R$ 400 mil em diárias e passagens aéreas.

Foi justamente aquele que tinha a caneta na mão, o então presidente da Câmara, o vereador Werley Araújo, o Ley Trânsito (PSD), que liderou o ranking de viagens e gastos. Para ele, que fez nove viagens em 2014, foram pagos em diárias e passagens R$ 66,6 mil. O vereador é um dos que trocaram o descanso de fim de ano pelo curso na capital cearense. Ley Trânsito parece se preocupar tanto com sua especialização que entre 28 de outubro e 31 de dezembro passou apenas 29 dias na cidade do Vale do Aço.

Entre os dias 28 de outubro e 3 de novembro, Ley Trânsito fez um curso em Aracaju, apesar do feriado de finados, no dia 2. Sete dias depois, ele embarcou para Maceió, para um curso entre os dias 11 e 17 de novembro, com aula em pleno feriado da Proclamação da República, comemorado no dia 15. Depois que retornou a Ipatinga, foram apenas mais sete dias na cidade até um novo embarque, desta vez para João Pessoa (PB), entre 26 de novembro e 2 de dezembro, onde fez nova especialização. O retorno exigiu seis dias de Ley Trânsito em Ipatinga, até ele partir para Fortaleza, para estudar no período de 9 a 15 de dezembro. E, finalmente, nove dias depois, ele embarcou para a capital cearense novamente para o curso do 
fim de ano.

Sul

O segundo lugar no ranking das diárias e viagens é do vereador Rogério Oliveira, o Léo Escolar (PCdoB). Ele também se dedicou aos estudos e fez seis viagens de capacitação. Ao contrário do presidente da Câmara, no entanto, mesclou as viagens entre o Sul do país e o Nordeste. Léo Escolar esteve se capacitando em Fortaleza – campeã disparada como escolha de sede dos cursos – nos meses de março e dezembro, e em Aracaju (SE), em setembro. Mas ele aprimorou seus conhecimentos legislativos também em Foz do Iguaçu, em maio e dezembro, e em Curitiba, em julho. O gasto da Câmara com a capacitação do vereador foi de R$ 37,3 mil, ou seja, mais de cinco salários pagos aos políticos por mês, que é de R$ 7,2 mil.

Mais modesto, o vereador Ademir Dias (DEM) demonstrou clara preferência pelos estudos perto das Cataratas do Iguaçu. Ele fez pelo menos três capacitações em Foz – em abril, agosto e novembro –, além de uma de quatro dias na praiana cidade de Florianópolis (SC). No Nordeste, o destino dele foi Natal, entre 13 e 18 de maio, apenas. Com Ademir, foram sacados do cofre público da cidade R$ 28,9 mil. Cinco vereadores de Ipatinga não aderiram à onda do estudo fora de casa: Adelson Fernandes Silva (PSB), Lene Teixeira Souza Gonçalves (PT), Nilson Lucas Gonçalves (PMDB), Saulo Manoel (PT) e Sebastião Guedes (PT), atual presidente da Casa.

Investigação As capacitações são viabilizadas por meio do Instituto Capacitar, com sede em Belo Horizonte e de propriedade do advogado Clésio Drumond, candidato derrotado a um cadeira na Câmara Federal na última eleição. Ele também é dono da empresa CDC Turismo, que funciona no mesmo endereço do Capacitar, e fornece passagens para a Câmara de Ipatinga, conforme o portal da transparência do município. É inegável que Drumond, que atua como instrutor nos cursos, tem vasta experiência na área. Ele foi dono do extinto Instituto Nacional Municipalista (INM), que encerrou suas atividades em 2011. Entre 2009 e 2011, o INM foi alvo de investigações por gastos excessivos com diárias em municípios de Minas, Bahia, Rio Grande do Sul, Ceará, Espírito Santo, entre outros. Em Itabuna, o INM foi acusado ainda de venda de certificados falsos.

De acordo com o portal da transparência de Ipatinga, do cofre municipal foram desembolsados R$ 10,1 mil para o instituto de Drumond, por serviços prestados em março, maio, outubro e novembro. Apesar disso, o advogado diz que não mantém contratos com as câmaras ou com prefeituras. Os cursos são organizados toda a semana e oferecidos aos interessados, em geral, de uma mesma região. Assim, a decisão de participar é de cada político ou servidor municipal. Ele diz que os cursos oferecidos são de 20 horas e têm conteúdos variados como redação oficial, cerimonial, processo legislativo, Refis, diário oficial eletrônico, fundamentos da gestão pública, lei da transparência, entre outros.

O presidente da Câmara, Sebastião Guedes, disse que não iria falar sobre os gastos porque eles são de responsabilidade do seu antecessor e, até agora, não autorizou qualquer despesa com diárias e viagens. O ex-presidente Ley do Trânsito também foi procurado, por meio da Assessoria de Comunicação da Casa, que disse que não o localizou. Em nota, a assessoria informou que não foi possível responder ontem às perguntas do Estado de Minas  sobre os gastos com as viagens pois elas necessitam de uma pesquisa. “Mas reiteramos nosso compromisso em responder a cada questão levantada. Acreditamos que amanhã (hoje) teremos condição de enviar uma nota abordando cada questionamento”, afirmou.
Reporter  Metzker.

Dilma assina MP do salário mínimo que estabelece modelo atual até 2019


"Reportagem Coruja do Vale  do dia 25 de marçao de 2015.


Segundo a presidente a medida "não tira nada de ninguém"

Depois de assinar Medida Provisória que trata da política de salário mínimo de 2016 a 2019, a presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, 24, que o Palácio do Planalto não está "atropelando nada nem ninguém". A MP mantém a atual política para a área, de combinação da recomposição da inflação do ano anterior mais uma taxa de aumento real equivalente ao crescimento do PIB de dois anos antes.
O Planalto costurou um acordo com o PMDB e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que resultou na retirada da pauta de votações de um projeto que estendia até 2019 a política de reajuste do salário mínimo. Isso poderia dar o mesmo gatilho de reajuste para todo o regime geral da Previdência.

"Temos no dia 1º de maio, daqui a um mês, nós temos o Dia do Trabalhador. Tradicionalmente foi sempre o Executivo que enviou as Medidas Provisórias de valorização do salário mínimo. Essa não foi a primeira vez que fizemos, é a segunda que eu assino", disse Dilma a jornalistas, depois de participar de solenidade de assinatura da MP, no Palácio do Planalto.

"Então o que temos certeza é que essa Medida Provisória tem urgência e tem toda a justificativa para ser enviada. Sempre fizemos isso. Não há nada de diferente. Não estamos atropelando nada, nem ninguém. Estamos exercendo uma coisa que é característica do governo: o direito de iniciativa em algo que gera despesas", comentou a presidente, destacando que o acordo foi acertado com a base aliada.
Reporter  Metzker.