terça-feira, 24 de março de 2015

Valorização da moeda norte-americana corrói o salário mínimo


 "Reportagem  Coruja do Vale do dia  24 de março de 2015."



Piso salarial do brasileiro convertido em dólar passou de US$ 297 para US$ 250. Perda de quase US$ 50 em 2 meses

A moeda nacional é o real, mas o dólar norte-americano tem muita influência no custo de vida dos brasileiros. Não à toa, a forte valorização da divisa dos Estados Unidos está tirando o sono dos consumidores. Quando convertido em dólar, o salário mínimo de R$ 788 caiu quase US$ 50 desde o início do ano. Em janeiro, o piso salarial era de US$ 297.

Agora, está em US$ 250. Ontem, o dólar comercial fechou em baixa, a R$ 3,145. A queda foi de 2,63%. Ainda assim, não representa grande alívio para aqueles que sobrevivem com o salário mínimo. “Você percebeu como os preços dos alimentos subiram muito? Eu parei de comprar carne na mesma quantidade de antes.

Troquei pelo ovo. Queria fazer o reboco de minha casa, mas não dá porque o dinheiro está em falta”, desabafa Lílian Araújo de Oliveira, que ficou desempregada há poucos meses e recebe R$ 788 em cada uma das parcelas do seguro-desemprego. Ela não poupa críticas à inflação impulsionada pelo dólar e por outros custos no país. Como não consegue fugir da carestia, ela está fazendo um curso para aprender a cuidar de idosos e tentar ampliar sua renda.

Ivanete Vieira dos Santos, de 52 anos, ganha um salário mínimo para faxinar uma loja no Centro de Belo Horizonte.

 Mãe de dois adolescentes, de 12 e 17 anos, ela lamenta a disparada dos preços das mercadorias e serviços: “A conta de luz subiu, a da água também... A carne ficou mais cara, o supermercado também. Tá tudo difícil”, reforçou a mulher, cujo sonho de consumo atual é trocar o antigo sofá de sua casa, na Vila Ideal, em Ibirité, na região metropolitana, por um conjunto que ela namora há semanas numa megastore da Rua Curitiba. A “defasagem” dos quase R$ 50 (ou cerca de R$ 150) poderia ser, na visão dela, a prestação do móvel que tanto deseja. “A vida não está fácil, principalmente para quem recebe salário mínimo”, reclama Ivanete.

PESO NO BOLSO O desabafo dela encontra fundamento em indicadores divulgados pelo próprio governo, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país. O indicador fechou o acumulado dos últimos 12 meses, encerrado em março, com avanço de 7,9%, superando muito o centro da meta da inflação estipulado pelo governo para 2015 (4,5%) e distanciando-se do teto da meta (6,5%) para o mesmo exercício.

O sócio da DXI Planejamento Financeiro, o economista Felipe Chad destaca que “a alta do dólar pressiona – e muito – a inflação”. Para ele, este será um ano muito difícil para os consumidores, principalmente para as famílias que vivem com apenas um salário mínimo.
O tombo de quase US$ 50 em pouco mais que dois meses foi maior do que o ocorrido no espaço de um ano. Em janeiro do ano passado, o rendimento da maioria dos brasileiros estava cotado a US$ 306 e, um ano antes, atingiu US$ 334. Piso salarial do brasileiro convertido em dólar passou de US$ 297 para US$ 250. Perda de quase US$ 50 em 2 meses

A moeda nacional é o real, mas o dólar norte-americano tem muita influência no custo de vida dos brasileiros. Não à toa, a forte valorização da divisa dos Estados Unidos está tirando o sono dos consumidores. Quando convertido em dólar, o salário mínimo de R$ 788 caiu quase US$ 50 desde o início do ano. Em janeiro, o piso salarial era de US$ 297.

Agora, está em US$ 250. Ontem, o dólar comercial fechou em baixa, a R$ 3,145. A queda foi de 2,63%. Ainda assim, não representa grande alívio para aqueles que sobrevivem com o salário mínimo. “Você percebeu como os preços dos alimentos subiram muito? Eu parei de comprar carne na mesma quantidade de antes.

Troquei pelo ovo. Queria fazer o reboco de minha casa, mas não dá porque o dinheiro está em falta”, desabafa Lílian Araújo de Oliveira, que ficou desempregada há poucos meses e recebe R$ 788 em cada uma das parcelas do seguro-desemprego. Ela não poupa críticas à inflação impulsionada pelo dólar e por outros custos no país. Como não consegue fugir da carestia, ela está fazendo um curso para aprender a cuidar de idosos e tentar ampliar sua renda.

Ivanete Vieira dos Santos, de 52 anos, ganha um salário mínimo para faxinar uma loja no Centro de Belo Horizonte.

 Mãe de dois adolescentes, de 12 e 17 anos, ela lamenta a disparada dos preços das mercadorias e serviços: “A conta de luz subiu, a da água também... A carne ficou mais cara, o supermercado também. Tá tudo difícil”, reforçou a mulher, cujo sonho de consumo atual é trocar o antigo sofá de sua casa, na Vila Ideal, em Ibirité, na região metropolitana, por um conjunto que ela namora há semanas numa megastore da Rua Curitiba. A “defasagem” dos quase R$ 50 (ou cerca de R$ 150) poderia ser, na visão dela, a prestação do móvel que tanto deseja. “A vida não está fácil, principalmente para quem recebe salário mínimo”, reclama Ivanete.

PESO NO BOLSO O desabafo dela encontra fundamento em indicadores divulgados pelo próprio governo, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país. O indicador fechou o acumulado dos últimos 12 meses, encerrado em março, com avanço de 7,9%, superando muito o centro da meta da inflação estipulado pelo governo para 2015 (4,5%) e distanciando-se do teto da meta (6,5%) para o mesmo exercício.

O sócio da DXI Planejamento Financeiro, o economista Felipe Chad destaca que “a alta do dólar pressiona – e muito – a inflação”. Para ele, este será um ano muito difícil para os consumidores, principalmente para as famílias que vivem com apenas um salário mínimo.
O tombo de quase US$ 50 em pouco mais que dois meses foi maior do que o ocorrido no espaço de um ano. Em janeiro do ano passado, o rendimento da maioria dos brasileiros estava cotado a US$ 306 e, um ano antes, atingiu US$ 334. Piso salarial do brasileiro convertido em dólar passou de US$ 297 para US$ 250. Perda de quase US$ 50 em 2 meses

A moeda nacional é o real, mas o dólar norte-americano tem muita influência no custo de vida dos brasileiros. Não à toa, a forte valorização da divisa dos Estados Unidos está tirando o sono dos consumidores. Quando convertido em dólar, o salário mínimo de R$ 788 caiu quase US$ 50 desde o início do ano. Em janeiro, o piso salarial era de US$ 297.

Agora, está em US$ 250. Ontem, o dólar comercial fechou em baixa, a R$ 3,145. A queda foi de 2,63%. Ainda assim, não representa grande alívio para aqueles que sobrevivem com o salário mínimo. “Você percebeu como os preços dos alimentos subiram muito? Eu parei de comprar carne na mesma quantidade de antes.

Troquei pelo ovo. Queria fazer o reboco de minha casa, mas não dá porque o dinheiro está em falta”, desabafa Lílian Araújo de Oliveira, que ficou desempregada há poucos meses e recebe R$ 788 em cada uma das parcelas do seguro-desemprego. Ela não poupa críticas à inflação impulsionada pelo dólar e por outros custos no país. Como não consegue fugir da carestia, ela está fazendo um curso para aprender a cuidar de idosos e tentar ampliar sua renda.

Ivanete Vieira dos Santos, de 52 anos, ganha um salário mínimo para faxinar uma loja no Centro de Belo Horizonte.

 Mãe de dois adolescentes, de 12 e 17 anos, ela lamenta a disparada dos preços das mercadorias e serviços: “A conta de luz subiu, a da água também... A carne ficou mais cara, o supermercado também. Tá tudo difícil”, reforçou a mulher, cujo sonho de consumo atual é trocar o antigo sofá de sua casa, na Vila Ideal, em Ibirité, na região metropolitana, por um conjunto que ela namora há semanas numa megastore da Rua Curitiba. A “defasagem” dos quase R$ 50 (ou cerca de R$ 150) poderia ser, na visão dela, a prestação do móvel que tanto deseja. “A vida não está fácil, principalmente para quem recebe salário mínimo”, reclama Ivanete.

PESO NO BOLSO O desabafo dela encontra fundamento em indicadores divulgados pelo próprio governo, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país. O indicador fechou o acumulado dos últimos 12 meses, encerrado em março, com avanço de 7,9%, superando muito o centro da meta da inflação estipulado pelo governo para 2015 (4,5%) e distanciando-se do teto da meta (6,5%) para o mesmo exercício.

O sócio da DXI Planejamento Financeiro, o economista Felipe Chad destaca que “a alta do dólar pressiona – e muito – a inflação”. Para ele, este será um ano muito difícil para os consumidores, principalmente para as famílias que vivem com apenas um salário mínimo.
O tombo de quase US$ 50 em pouco mais que dois meses foi maior do que o ocorrido no espaço de um ano. Em janeiro do ano passado, o rendimento da maioria dos brasileiros estava cotado a US$ 306 e, um ano antes, atingiu US$ 334.

Reporter Metzker.

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