sábado, 27 de maio de 2017

Combate a Exploração Sexual de Menores


Em 18 de maio de 2017 diversas escolas de Padre Paraíso entre elas a E.E. Presidente João Pinheiro saíram em passeata pelas  ruas da cidade em uma manifestação pacífica protestando contra a exploração sexual de menores.

Nesse dia, em 1973, uma menina capixaba de Vitória - ES, foi sequestrada, estuprada, espancada, drogada e assassinada. Seu corpo apareceu  dias depois desfigurado por ácido e os agressores jamais foram punidos.

Dai a criação da lei Federal que instituiu o 18  de maio como o dia Nacional do combate ao abuso e á exploração sexual contra crianças e adolescentes.

Pois a exploração de menores não é criação dos dias atuais, ela tem origem em séculos anteriores.

­ É lastimável que  nos dias  atuais ainda exista esse tipo de abuso as  crianças e adolescentes de nossa cidade, região e em todo vale do Jequitinhonha é uma  epidemia difícil de combater. É dever de  cada cidadão coibir esse creme  fazer sua parte, denunciando essa atitude deplorável as autoridades  constituídas, mesmo sabendo que a justiça em nosso pais é lenta e  anda a passos de tartaruga mas mesmo assim vamos denunciar. “É como dizia minha avó estamos em uma Carruagem desgovernada, Carruagem?..?.. ou Carroça! Onde o condutor não consegui controlar o cavalo, e a carroça parou em um beco sem saída”.

Em cada cidade tem um local onde é palco das manifestações:

A Candelária no Rio, Pelourinho em Salvador, Pça. Sete em B. Horizonte, Esplanada em Brasília, Sé em S. Paulo e Praça das Aguas Marinhas em Padre Paraíso (e escadaria da Igreja Matriz).


Quando  findou a manifestação tendo a participação de alunos e professores  de diversas escolas, juntamente com a Secretaria de Assistência Social, CRAS e CREAS, já concentrados na praça só lhes  restavam a rezar independente do credo religioso e pedir a interseção da Nossa Senhora Mãe da Igreja para quem é católico e Jesus, Buda, Maomé e Deus para os demais.  “pedir para acabar com a corrupção do país, que é o primeiro passo pois só assim as instituições voltam a funcionar corretamente para que  crianças e adolescentes tenham  um tratamento digno nesse  país.

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